Perda Auditiva

1) Como ouvimos

Para entender a perda auditiva, é importante entender primeiro como funciona a audição. Sua orelha é um órgão maravilhoso que transporta a informação sonora para o cérebro — e algumas vezes emoções para seu coração.

Ele pode perceber os sons quase inaudíveis aos muito altos, diferenciar sua altura e distância, e apontar a direção de uma fonte sonora com um grau surpreendente de precisão.


2) Causas da perda auditiva

As características da perda auditiva dependem do tipo e da gravidade do problema que a causou. A surdez pode ser de grau leve, moderada, severa e profunda.

No grau leve as pessoas nem se dão conta que ouvem menos, e tendem a aumentar progressivamente a intensidade da voz. Incapacidade de ouvir sons menos intensos e dificuldade para ouvir em ambiente ruidoso.
Se a perda já é moderada, a pessoa passa a fazer frequentemente ”Hein?!” passa a ter dificuldade de ouvir ao telefone, faz troca nos sons da fala e precisa de apoio visual (leitura labial).

Quando a perda auditiva passa de moderada para severa, a dificuldade do deficiente aumenta. As palavras se tornam “abafadas” e mais difíceis de entender, principalmente em salas com ruídos ou eco.

Fica difícil ouvir até uma campainha ou o telefone tocar. Incapacidade de ouvir sons menos intensos e de intensidade moderada, dificuldade considerável em entender a fala, especialmente na presença de ruídos de fundo.

A perda auditiva profunda Impede que a pessoa escute a maioria dos sons, percebendo apenas sons graves que transmitem vibração como um avião, trovão… se a surdez moderada, severa ou profunda for de nascimento ou adquirida no período pré linguístico, haverá prejuízo na aquisição da linguagem oral e a criança necessitará de ampliação sonora, o importante é iniciar o tratamento o quanto antes. Alguns sons muito intensos são audíveis, mas a comunicação sem aparelhos auditivos ou linguagem de sinais é muito difícil.


3) Sintomas da perda auditiva

As características da perda auditiva dependem do tipo e da gravidade do problema que a causou. A surdez pode ser de grau leve, moderada, severa e profunda.

No grau leve as pessoas nem se dão conta que ouvem menos, e tendem a aumentar progressivamente a intensidade da voz. Incapacidade de ouvir sons menos intensos e dificuldade para ouvir em ambiente ruidoso.

Se a perda já é moderada, a pessoa passa a fazer frequentemente ”Hein?!” passa a ter dificuldade de ouvir ao telefone, faz troca nos sons da fala e precisa de apoio visual (leitura labial).

Quando a perda auditiva passa de moderada para severa, a dificuldade do deficiente aumenta. As palavras se tornam “abafadas” e mais difíceis de entender, principalmente em salas com ruídos ou eco.

Fica difícil ouvir até uma campainha ou o telefone tocar. Incapacidade de ouvir sons menos intensos e de intensidade moderada, dificuldade considerável em entender a fala, especialmente na presença de ruídos de fundo.

A perda auditiva profunda Impede que a pessoa escute a maioria dos sons, percebendo apenas sons graves que transmitem vibração como um avião, trovão… se a surdez moderada, severa ou profunda for de nascimento ou adquirida no período pré linguístico, haverá prejuízo na aquisição da linguagem oral e a criança necessitará de ampliação sonora, o importante é iniciar o tratamento o quanto antes. Alguns sons muito intensos são audíveis, mas a comunicação sem aparelhos auditivos ou linguagem de sinais é muito difícil.

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